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Uma iniciativa: Ballet Contemporâneo do Norte

Com o Apoio do Cineteatro António Lamoso e da Camara Municipal de Santa Maria da Feira

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Abril

Dança Oriental com Flor Coelho

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Maio

Tai Chi com Diana Queirós

Aluna direta do Mestre Sérgio Terramoto (5º Duan Wei) do Tai Chi Center | Body, Mind & Spirit Wellness Center. O Tai Chi Center divulga o estilo Chen do Tai Chi Chuan da linhagem do Grão-Mestre Chen Zheng Lei (9ª Duan Wei) descendente direto da família Chen. 

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Junho

Parkour com Vítor Coelho

O parkour consiste em chegar de um ponto a outro da forma mais rapida e eficiente ultrapassando os obstaculos utilizando apenas o corpo.

Esta modalida utiliza de movimentos naturais do corpo humano como correr, saltar e escalar, combinadas com técnicas específicas que permitem aumentar a eficiencia e rapidez do percurso.

É uma atividade desafiante que explora não só as capacidades físicas dos praticantes como também as suas capacidades mentais.

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Julho

Entre Aquilo que Sabemos com Rebecka Stillman

É um workshop de nível aberto focado na criação de um espaço entre aquilo que já conhecemos. 

Os participantes virão com suas próprias ideias sobre o que é dançar, com base no que viram ou experimentaram na dança. 

A oficina apresentará métodos de investigar o espaço entre e no meio deste conhecimento. 

Qual é a dança que ainda está por encontrar entre as que já conhecemos?

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Setembro

Como Transformar um Assunto num Processo com Lito Walkey

Uma pesquisa sobre linguagem, performance e potencial tendo em vista a possibilidade de se ser disponível para se comprometer com o improvável. Esta oficina propõe operações de formulação, montagem e amplificação de feedback proporcionando convites, aberturas sugestivas, possibilidades, para mudar a coisa como está. Através da identificação de unidades fragmentadas de pensamento, movimento e texto, e fazendo mudanças deliberadas de endereço, modalidade e autoria, trabalhamos para expor o possível eclipse e oscilação de intenção, plano, imperativo, tradução, roteiro, acidente, preparação, desempenho e público.

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Outubro

Authentic Solo Jazz com Pedro Vieira

O Authentic Jazz Dance, abreviado para Authentic Jazz, tem como raizes as danças Afro-Americanas surgidas nos finais de 1800. A modalidade teve o seu auge a partir de 1920, na época das Big Bands, tendo contado com alguns grandes nomes como Albert ’Al’ Minns e Leon James para a sua divulgação internacional. Pode ser dançado a pares ou a Solo e inclui passos do Charleston e outros que lembram um pouco o Sapateado. Usa-se o termo Authentic Jazz por constituir as raízes do Jazz, diferenciando-se bastante de danças Jazz modernas como a dança Contemporânea e o Ballet.

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Novembro

Danças com peso, forma, cor com Dinis Machado

Partindo de experiencias sensorias em torno de práticas de massagens criativas. Dinis Machado vai desenvolver com os participantes ferramentas para a transformação de sensações, impressões e experiências em danças mirabolantes feitas a partir dos corpos específicos de cada um.

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Dezembro

Ballet para Todos com Susana Otero

A Técnica Clássica sempre surge no imaginário coletivo como algo inacessível para a maioria.  Nesta sessão vamos desmontar, tentar perceber e experimentar que esta pode ser uma técnica interessante para todos os tipos de corpos e idades.

UMA DANÇA POR MÊS

 

Uma Dança por Mês... é uma proposta do Ballet Contemporâneo do Norte para o público de Santa Maria da Feira.

Como complemento à nossa programação, onde o público tem a possibilidade de ver dançar, nestes momentos, o espetador tem a possibilidade de experimentar a dança, as suas estratégias e modos de usar.

Estes encontros não são aulas, nem workshops mas espaços para experiências lúdicas e avulsas que procuram construir um público e dar-lhe ferramentas para se sentir mais próximo de um espetáculo de dança.

Este programa de encontros para todas as idades procura promover a construção de um lugar comunitário para a experimentação e entendimento da dança. Mais do que um suporte teórico aos espetáculos que propomos, como as habituais conversas pós espectáculo, propomos aqui antes um ciclo de experiências acessíveis que aproximam o espetador dos corpos que habitualmente vê dançar.

Todas estas atividades são abertas a todas as idades potencializando a contaminação do interesse e curiosidade pela dança e convidando os espetadores a trazerem consigo outros amigos ou familiares disseminando a sua curiosidade pela dança e alargando o nosso público.

Este é um ciclo de encontros de experimentação de uma determinada técnica ou prática de dança uma vez por mês num total de 8 meses ao longo de 1 ano.

Num momento que se constrói mais como um encontro do que um workshop e onde não existe obrigatoriedade de assiduidade contínua de um encontro para o outro, os participantes encontrar-se-ão com diferentes coreógrafos para experimentar, mais do que aprender, uma dança diferente em cada encontro alargando o seu entendimento daquilo que a dança pode ser.

Uma nova criação para o Ballet Contemporâneo do Norte

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De Elisabete Finger

Com Dinis Machado, Jorge Gonçalves e Susana Otero

 

Produção: Ballet Contemporâneo do Norte | Co-produção Weld 

 

Criado em residência no Imaginarius Centro de Criação Arte e Espaço Público (Santa Maria da Feira, PT) e Weld (Estocolmo, SE) 

 

Com o Apoio para Viagens do Instituto Camões/Embaixada de Portugal na Suécia e TAP

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Duração: 30'

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NHAKA

 

Uma dança de pessoas, plástico, esferas, cabelos, um ex-pato e outras coisas que não sabemos. 

 

Um grupo improvável de pessoas e coisas diferentes chegam a um espaço vazio: três bailarinos, um casulo de plástico gigante, um conto de cabelo infinito, três ovos de metal e uma pena de um pato cor de rosa imaginário. Eles estão em contacto, chocando-se, cruzando-se, atravessando-se, transformando-se. Um ritual mágico ficcional, um recreio divertido ou um jogo enérgico.

Como um todo intrincado, esses materiais e corpos metamorfoseiam-se em diferentes constelações, formas, desformas, paisagens e imagens, abrindo possibilidades. Um lugar emocionante onde tudo vibra, onde pessoas e coisas têm uma relação mais horizontal e permeável num exercício de multiplicidade, abrindo uma sensibilidade muito mais ecológica, crítica e criativa. Um parque infantil onde corpos diferentes e específicos criam um jogo multifacetado do que são, o que podem fazer e no que podem transformar-se e tornar-se.

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